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Como paquerar no trabalho

Forbes Brasil
06/05/2016

Paquerar no trabalho é um tema tão polêmico quanto cotidiano. Afinal, quem nunca se interessou por um colega? O assunto, no entanto, tem de ser tratado com cautela. “No passado, qualquer relacionamento entre funcionários era mais mal visto pelas empresas, mas ainda é um assunto delicado”, afirma Luciana Tegon, coach e sócia-diretora da Tegon Consultoria.

Por mais que alguns gestos sejam inevitáveis, não se pode confundir o ambiente corporativo com um bar. “As novas gerações têm essa busca incessante do prazer, mas, se não tomarem cuidado, a tendência é que acabem se expondo demais”, afirma a consultora e coach Ana Lisboa, autora do e-book “Construa Seu Futuro Profissional”. Essa exposição pode trazer consequências indesejáveis, como piora da imagem do funcionário na empresa ou até demissão.

 

Mas isso não quer dizer que você deve desistir do ou da colega em questão. Veja na galeria de fotos 8 dicas que podem lhe ajudar a paquerar no trabalho sem ter consequências indesejadas.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Veja se a outra pessoa está interessada

O primeiro passo para paquerar no trabalho é entender se a outra pessoa também está interessada, caso contrário, pode ser considerado assédio. De acordo com o advogado Rodolpho Finimundi, do Braga Nascimento e Zilio Advogados Associados, assédio sexual, previsto no código penal como crime desde 2001, ou moral surgem de um constrangimento. “Pode ser com palavras, gestos e até uma piscadela, se não houver reciprocidade”, explica ele.

Por isso, seja sutil e, caso a outra pessoa não se mostrar interessada na primeira tentativa, não insista.

Se houver relação hierárquica, o cuidado deve ser multiplicado

Se você for chefe ou quiser flertar com o seu ou sua chefe, tem de ter muito mais cuidado em todos os sentidos: tanto em como a empresa veria isso como em seus colegas de trabalho ou subordinados, que podem não considerar o flerte algo muito adequado.

Se você for o funcionário, tem de ainda pensar no seu emprego. “Indiscutivelmente, a corda arrebenta para o lado mais fraco, independente do sexo”, afirma Ana. “E se ele for o chefe imediato e a empresa não compactuar, quem vai ter de demitir é ele.” Além da empresa, é importante considerar que o flerte muitas vezes pode não dar certo. “Isso pode fazer com que o superior comece a tratar o funcionário mal, por exemplo.”

Finimundi explica que o artigo do código penal diz claramente que o assédio moral se configura em uma relação hierárquica. Ou seja, qualquer atitude vinda de um chefe é mais passível de uma má interpretação e pode trazer consequências muito piores a todos os envolvidos.

Tenha bom senso

No final, tudo se resume ao conhecido bom senso. Importante lembrar que não é por que seu ambiente corporativo é mais tranquilo que você pode abusar dele. Por outro lado, uma conversa rápida, uma mensagem ou olhares não fazem mal a ninguém, desde que não atrapalhem sua produção e não constranja a outras pessoas.

Fonte: Forbes